Stoner/Doom, é hora de chapar! – Parte IV

Após um tempo sem escrever neste tradicional modo de garimpo aqui na SUD, é hora de dar continuidade à feita.


1998 – EUA – Palace in Thunderland foi ativa até 2007, um hiato rolou até o retorno em 2011, debutaram em 2014 e já engataram o 2º disco em 2015, o som do quarteto é jovial e fortemente mergulhado no roque popular estadunidense.


1998 – Noruega – Falando em roque jovial, Black Debbath trata-se duns coroas piadistas que resolveram fazer um som lerdo e chapado, satirizando fortemente questões políticas, cantando algumas músicas em língua pátria, zuando a cultura norueguesa e por aí vai. A banda conta com 7 discos na caminhada, vários clipes bizonhos.


1999 – Polônia – Os Obiat começaram a jornada na Polônia, mas logo em seguida, o duo fundador se mudou pra Londres. Entre 2002 e 2009, a banda gravou 3 discos, um som torto, modernizado, com o pé na onda zen.


1999 – EUA – Os Rebreather duraram até 2014, foram 4 discos lançados entre 2002 e 2008, com uma sonoridade tipicamente estadunidense, berrado e torto, meio Sleep e até new metal.


1999 – Inglaterra – Sloth é a junção de membros do finado Mourn, 2 caras seriam os responsáveis por iniciar os Serpent Venom, em 2008. Um som que mescla a pegada inglesa com a estadunidense, ali entre Sleep, Cathedral, Wizard e Paradise Lost antigo.


1999 – Croácia – Umor é um quarteto que também foi pro lado mais moderno da coisa, seu som é fortemente dosado pelo post-rock, a banda conta com apenas 2 discos até aqui.


1999 – Argentina – Dragonauta pode ser considerada uma banda metamorfoseadora, seus discos foram entrando por caminhos diferentes com o tempo, totalizando 5 até o momento. Cruz Invertida traz o lado mais obscuro e pesado, Omega Pentagram é mais polido, ríspido, experimental, e o Entropicornio (2018) mostra uma banda completamente fora de mão.


1999 – Itália – Ufomammut é um trio que não seguiu o lado mais obscuro da escola italiana, porém, foram de encontro à psicodelia única das bandas do seu país, aliando peso e fritações diversas, isso rendeu 9 discos até 2017. Uma presença de vocal quase nula, lançaram 2 discos num mesmo ano, um disco de uma faixa só com mais de 40 minutos, frite a mente.


 

G.Z/SUD

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