Stoner/Doom, é hora de chapar! – Parte III

1997 – EUA. Iniciando com uma banda novaiorquina que apostou no lado mais cru da coisa, debutaram de cara com um play auto-intitulado em 1999, a 2ª obra ganha vida dali 3 anos, totalmente indicado pra quem é chegado em Sleep e na pegada do Wino.


1997 – EUA. Falando em Wino, mais um dos seus vários projetos, os Spirit Caravan. Em 5 anos de atividade foi possível lançar 2 discos que traziam uma pegada Vitus batido com um lance fritadão, algo do roque 90’s estadunidense também se fez presente. Wino colocou uns macaco véio na empreitada, gente que já havia tocado com ele nos Obsessed. A banda foi desativada em 2002, em 2013 retornam pra fazer alguns shows mas acaba fraquejando, em 2016 é anunciado mais um período de hibernação ou o fim.


1997 – Japão. Esses japas iniciaram pelo lado mais parrudo e bruto da coisa, o tempo foi moldando o som deles, vivendo no esgoto do submundo, só após uma década rolou a debutagem, alguns resquícios da pegada torta foram aplicados na nova fase da banda. Se você manja um pouco do roque doido japonês, sabe que lá é normal extrapolar a porra toda, do jazz psicodélico ao avant-garde macarrônico. Quase uma década depois foi nascer o 2º play, que chegou ainda mais fora do esquadro, meteção de loko total.


1997 – Canadá. Essa galera também saiu fora da casinha, além de caminhar pelo lado mais moderno, aplicaram uma pegada progressiva, com uma vocalista/flautista no meio da bagunça, eles lançaram 2 discos entre 2005 e 2008.


1998 – EUA. Mais uma banda que não vingou no rolê, deixaram 2 discos, além de EPs e splits. O som é completamente mergulhado na onda sabbathica com aquele toque cru típico da escola estadunidense.


1998 – Suécia. Uma banda de um disco só que por sinal é famosinho na atualidade. Essa banda chegou num momento não oportuno na Escandinávia, como sabemos, essa pegada sonora tá borbulhando por aquelas terras, mas em 2001 a coisa parecia ser bem diferente. Apesar do som carregado, fortemente calcado na escola estadunidense (um Vitus, Kyuss e Fu Manchu vem na mente nos primeiros 10 segundo de audição) havia algo de comercial e acessível no som dos Astroqueen. A banda parece ter tentado um retorno em 2014 mas sem sucesso.


1998 – Alemanha. Mais uma batizada de Dust, mas aqui temos o mais puro creme do lado seboso da música lerda, uma tonelada de fuzz estourando tua mente, já deve ter ficado claro que flertam com o sludge, né? O rolê dos mano rendeu 3 discos até o momento, deixo o debut, os outros 2 tão disponíveis no bandcamp.


1998 – Inglaterra. Como diria a nossa eterna musa Gretchen: “Conga, la conga, conga, conga, conga“! É, mas é claro que esses bretões não possuem todo o bailado latino que temos correndo no sangue, nos 3 discos deles, temos o mais batido e suado roque sabbathico com um rostinho moderno.


1998 – Holanda. Maconha, maconha, maconha, a pura marola da erva holandesa! Um peso do caralho, barulhento e entorpecedor, adjetivos adequados aos 3 discos já lançados por esse trio. Deixo o debut aqui, os outros 2 tão lá no bandcamp.


1998 – EUA. Uma década de existência acabou resultando em 2 discos, fizeram uma bela fusão das escolas estadunidense e inglesa.


 

Que Coffin Joe vos amaldiçoe! – G.Z/SUD

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Um comentário sobre “Stoner/Doom, é hora de chapar! – Parte III

  1. Essa matéria foi ouvida aos nacos, demorou, mas vamos lá:
    Slow Horse- bem interessante,stoner/doom ‘clássico’, se isso existe. A versão de ‘ Wicked Game’ é ótima;
    King Goblin é malucão, mas uma maluquice anárquica de tudo, diferente de outras pirações japonesas, mais ‘noisy’ mesmo;
    Abdullah, Astroqueen, Gonga, Tummnler – todos mais do mesmo,na minha porca opinião, faixas impactantes no meio, mas parecem parte de uma maçaroca só ( requentada de Sabbath);
    Agora, o Madking… essa é realmente diferente, uma loucura bem pensada, o vocal da mina é diferente e poderoso.
    Valeu!

    Curtido por 1 pessoa

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