A influência “gótica” no Doom Metal – Parte VI

2010 – Finlândia. Kuolemanlaakso é um quinteto que conta com 3 play na jornada, cantado em língua pátria, torto, diferente do comum.


2010 – Suécia. Os Desoluna parecem ter retornado aos 90 a fim de extrair um caldo do creme saboroso daquela época, apostaram num vocal feminino grave e no gutural típico.


2011 – México. Muchachada que apostou firme num som mais meloso que beira o farofa, mas fizeram bem feito, um único play na conta.


2012 – Polônia. Elusive Sight nem existe mais, deixaram um disco no rolê, um som entre a fase intermediária dos Anathema além de semelhanças com os Jack Frost e Lacrimas Profundere.


2013 – Espanha. Um duo que executa um roque mais agitado, beira o ríspido, bom pra quem é chegado nuns barato diferenciado.


2013 – Grécia. Um som mais bruto, pesado do que seria o comum, mais obscuro também, souberam mesclar o lado mais tradicional da coisa.


2014 – Ucrânia. Outro duo na fita, esses eslavos seguem pelo lado mais moderno sem deixar de aplicar algo mais bruto no som.


2014 – Sérvia. Outra banda que buscou resgatar a pegada 90’s no seu som, o disco de estreia mostrou uns caras afiados, até porque já acumularam experiência em outras bandas.


2015 – Itália. Temos aqui uma banda-de-um-homem-só com uma sonoridade que flerta forte com a pegada post-rock, prato cheio pra quem é de #namastê.


201? – Grécia. Encerrando com um trio que também se aproximou da pegada 90’s, meio torto, uns espaços vazios, mas… segue o baile…


 

Que Coffin Joe vos amaldiçoe! – G.Z/SUD

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Um comentário sobre “A influência “gótica” no Doom Metal – Parte VI

  1. Audição concluída, vamos nessa:
    O Kuolemanlaakso é torto mesmo, as primeiras músicas parecem até black metal, causam estranheza, o que é sempre bem-vindo ao prospectar grupos até então desconhecidos;
    O Desoluna idem, embora a vocalista poderia explorar mais nuances da sua voz, retona demais, pouca variação;
    Nosense, Satannah e Moaning Silene… mal cheguei ao final( o primeiro, desisti no meio), um monte de clichês mal arranjados a explorar o doom gótico dos 90´s;
    O Elusive Night é interessante, porém lembra demais Anathema e outros nos 90s;
    O Slayerking e o Mettadone são realmente interessantes, souberam adicionar estranheza ao som, principalmente o segundo, esses eslavos, seja qual for o subgênero de metal, são bons nisso;
    O Silence… não me chamou a atenção;
    O Alchimia é interessante, mas esse tal de post-rock é um termo um tanto vago e a música por ele rotulada precisa ser ouvida com mais ruminação.
    Valeu!

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