Death/Doom Metal: a escola bruta – Parte VI

Iniciando com um projeto embaçadão, o inferno começou pela mente dum sueco chamado Rogga Johansson – “Behold the Pentagram” (cordas e vocais), esse maluco toca/tocou em umas 300 bandas, todas do mais profundo buraco do submundo, a ideia surgiu em 2008. O disco de estreia nasce em 2009, fortemente calcado na nova onda de fazer roque lerdo e bruto.

O próximo play recebe um talento mais old skull, uma mina adentra ao conciliábulo assumindo os vocais, parece até outra banda.

Voltam a modernizar a parada…

No derradeiro play, Vanessa cai fora, uma vez mais experimental algo mais old skull, fogo no cu do caralho.


Essa banda eu vou aplicar aqui só pra cumprir tabela, beira o absurdo qualquer adepto de barulho lerdo/torto/bruto não sacar e apreciar o som que tio Tom Warrior passou a desenrolar após encerrar os Celtic Frost, ele demorou a se ligar que não havia mais o que fazer por lá, era hora de continuar naquele caminho iniciado no fim dos CF, mas não como CF, isso é de uma coragem absurda, muitas bandas vivem do seu nome, da sua imagem, fazem merda pra caralho e continuam fazendo pra se sustentarem, normal, é um trampo, acho que o tio Warrior viu isso de um outro lado. Quase 10 anos de nova banda, apenas 2 discos na conta, porém, a falta de pressa, a caminhada na maciota fizeram os 2 play algo único, trazendo a assinatura estética visual do finado Mestre Giger. TW e sua trupe acabaram contribuindo pr’uma nova sonoridade experimental, vindo no encalço das últimas manifestações dos CF, porém, com mais energia, vida e potencial, isso rendeu um contrato com a Century Media, gravadora responsável pelos lançamentos, fora a porrada de show que fizeram e seguem fazendo, inclusive, tocam no Chile em 2018.


O arregaço segue passagem com mais um projeto casca grossa, juntando uma galera made in Holanda metida no roque barulhento da morte, nasceu em 2009 os Grand Supreme Blood Court, quem abraçou os urros foi um figura chamado Martin van Drunen, mais conhecido por chutar cus nos Asphyx, essa putaria rendeu um disco até o momento, a parada segue ativa.


Um duo forjado nas fornalhas da terra da pizza, beirando mais o lado death metal da coisa, fortemente engajado na continuação da escola 90’s, os mano debutaram em 2012, 3 anos após a criação dos Sepulcral.


2010 – Inglaterra. O principal pecado dessa banda é executar faixas com mais de 10 minutos de som, beira o absurdo, mas se você é chegado, mergulhe no único play deles até o momento.


2010 – México. Fruto da junção duma galera que vinha fazendo barulho azedo em outras bandas, no Doomortalis, os lek deram uma desacelerada no bang e aplicaram o seu roque parrudo no rolê lançando o seu debut em 2017.


2010 – EUA. Druid Lord ornaria pra ser o nome duma banda de stoner/doom, certo? Errado, otário! Esse quarteto da Flórida já acumula uma experiência, são cobras criadas que sabiam o que queriam, mandam um som mergulhado na escola 90’s, lá de longe até apresenta algum resquício de Cathedral (1ª fase).

O 2º disco foi lançado em janeiro de 2018, chega mais lapidado sem perder aquele vigor cavernoso como manda a cartilha.


Um duo oriundo da Alemanha que conta com um brasileiro e um argentino, isso mesmo que você leu! Ari Almeida cuida das guitarras, ele também faz parte dos Facada uma banda grindcore de Fortaleza, o argentino ficou com a bateria e os vocais, o resultado disso? Uma massaroca doida que só ouvindo mesmo pra entender…


2010 – Polônia. Uma mulecada que deu uma leve modernizada no que se fazia nos anos 90, capricharam no play de estreia.


Encerrando com um trio russo que segue no rastro dos Asphyx, eles se juntaram em 2010, lançaram 2 discos até o momento e devem ter enfiado o debut no cu porque eu não encontrei na net.


 

Que Coffin Joe vos amaldiçoe! – G.Z/SUD

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