A psicodelia no Doom Metal – Parte IV

201? – Inglaterra. Um quarteto que sabe ser pesado e macio ao mesmo tempo, riffs forjados na escola sebosa inglesa, com uma caminhada ainda curta, o EP de 2016 teve sua capa assinada pelo artista brasileiro Cristiano Suarez.


2014 – EUA. Este trio californiano lançou apenas um EP até o momento, o som é macio, uma leve dose de sebosidade, algo feito para auxiliar no seu processo de chapação.


201? – Canadá. Sem muita informação sobre essa banda, nem mesmo se seja uma banda composta por mais de uma pessoa, sabe-se apenas sua origem. O som não apresenta nada de discrepante do que é abordado aqui.


2014 – França. Um quarteto que se inspirou no obscurantismo musicado de anos idos e muito provavelmente no que os Blood Ceremony, Space God Ritual e Jex Thoth executam. Após um EP de 2015, eles fecham com os selos portugueses Nordavind e Triton’s Orbit para lançar o seu debut em novembro de 2016, creio que seja a banda mais conhecida entre as abordadas aqui. Além do que já foi comentado sobre o som, eles soam um tanto mais rústico e até experimental.


2014 – EUA. Banda formada por 2 membros dos The Flying Eyes (já fizeram alguns shows aqui no país), ao contrário do Stoner Rock macio, em Black Lung a marretada é descida na mente, é um som pirado, com algo de moderno. Mesmo com pouco tempo de existência, os mano somam 2 discos na jornada.


2014 – EUA. Sabbathismo chapado exacerbado no debut deste (supostamente) trio novaiorquino, já de cara, lançaram um disco com 10 faixas que não chega a 32 minutos.


201? – EUA. Praticamente um The Doors tocando Doomzão chapado, outra banda que resolveu estrear já mandando um disco.


201? – Austrália. Um trio de sangue novo que também foi buscar aquela sonoridade mais orgânica, é um misto bem interessante da progressão tecnológica com o impactante mundo lisérgico criado nos anos 60/70.


2014 – Suécia. É um tanto raro a terra do finado Dissection vacilar no rolê quando o assunto é a onda revival, este quinteto faz um mergulho bem loco nos tempos idos, jogou num caldeirão uma pa de influência antiga e meteu fogo, do Blues ao Occult Rock. Adotaram uma teatralidade na forma que se apresentam, apenas um EP e um single compõe a discografia da banda, que venha mais!


 

Que Coffin Joe vos amaldiçoe – G.Z/SUD

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