A continuidade do Doom Metal clássico, um mergulho no sub-mundo – Ato IV, 10’s – Parte V

2012 – Suécia. Sabbathismo é Mara. Um trio sem muita pretensão de porra nenhuma, chegou a lembrar os também suecos The Graviators, porém, Mara é mais rústico, mais visceral, até o momento, contam com apenas um disco no rolê.


2013 – Itália. Falando em rústico, visceral e sabbathico… a escola obscura “mama mia” se faz presente uma vez mais, um som ardido que te martela os tímpanos.


2013 – Argentina. “Bruja is Spanish for “witch”” – Metal Archives sobre a banda. Parece ser de caso pensado, mas não é, temos a mesma receita das anteriores aqui, porém, com uma outra atmosfera, além do espanhol nas letras. Rolou um cover dos Vitus.


201? – Austrália. Agora, no sentido mais tristonho da coisa, pode-se dizer dosado numa pegada épica, o que chama a atenção é a discrepância da guitarra solo com o resto, é como se tivessem em linhas diferentes, não se cruzam, parece um som gravado num porão made in anos 90, até o vocal da mina expressa esse tipo de nostalgia, os riffs batem nessa tecla do passado, o que me faz lembrar, de longe, umas bandas choronas do leste europeu.


2013 – Alemanha. A junção dumas cobras criadas do rolê chucrute, já lhes renderam 2 discos e um EP, a sonoridade é um tanto modernizada, levemente experimental, vai na onda de um Warning com Candlemass e sei lá mais o quê. São chegados em faixas com 10 min. ou mais, mergulhe sua alma neste lamento, neste azedume.


2013 – EUA. Outras cobras criadas do rolê tio Trump que se juntaram pra fazer um som com uma pitada de aleluia irmão. A banda ficaria melhor encaixada no artigo sobre Doom épico, por algum vacilo, eu não fiz isso, foda-se! A voz do maluco lembra de longe a do finado tio Dio, a sonoridade (como já dita) segue firme na escola nórdica, empunhe sua espada e degole hereges. Alá akbar!


2013 – Inglaterra. Dois tiozão se juntam pra mandar um som na pegada da banda que mais amam; os Sabbath, a brincadeira já rendeu 2 play. A bateria eletrônica quase que estraga tudo, gritantemente robotizada no disco de estreia (deram uma consertada no disco seguinte), os riffs são macabrosos, simples e diretos.


2013 – Inglaterra. Mais tiozões da terra dos Bitous se aventurando pela lerdice sonora. Riffs encardidos e cortantes, uma onda psych, um som simples, crú e direto.


2013 – Austrália. Um trio com uma onda mais cavernosa, rifferama sebosa, atmosfera sinistra flertando com psych, um vocal carrancudo, infernal, um som na contramão pra variar o leque de opções.


2013 – Alemanha. Completamente imersos na escola obscura inglesa, adeptos da marretção e da chapação, uma pena contarem com apenas um EP, porém, destroçando tudo ao apresentar sua proposta, macabro!


2013 – Finlândia. Com apenas uma demo (muito bem produzida, diga-se de passagem) na praça, um som tipicamente nórdico, frio e cortante, pirado sem ser excessivamente, forçadamente pirado, aquela obscuridade de gibis satanistas.


 

Que Coffin Joe vos amaldiçoe – G.Z/SUD

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