Heavy/Doom Metal, a arte de chutar cus! – Parte IV

2012 – China. Banda de um homem só no país mais populoso do planeta, creio que o mano usou uma bateria acústica (tocou mesmo, sem uso de bateria eletrônica), o som é um tanto desalinhado, fora do tempo, é estranho imaginar que num país com tanta gente, o lek tenha que se virar sozinho. Haemolacria (pseudo do maluco) vem da escola mais extrema, passou por várias bandas acumulando uma certa experiência que, se pa, acabou salvando (um pouco) sua empreitada no desacelerado. Conta com um disco na jornada até o momento.


2012 – Polônia. Outra banda formada pela reunião de caras criados na escola mais acelerada, atacam com um som rústico, torto, feito pra incomodar, debutaram de cara, um play bem diferente do que você deve ter visto ao acompanhar as partes deste artigo. O debut é seguido dum EP em que a receita tortuosa é mantida, ainda conta com covers de Bedemon, Vitus e Pentagram. O single de 2017 traz uma onda mais psych sem perder o lado seboso da banda.


2012 – Chile. A junção duma galera experiente no rolê lerdo chileno com a presença do belga Luther V. (Hooded Priest), um som reto e direto, fortes influências da escola nórdica. Debutaram em 2015, um disco que foi bem recebido pelo sub-mundo lento mundial.


201? – EUA. A escola estadunidense em movimento, com apenas um disco lançado em 2012, um play com 15 fucking faixas, porém, não excede os 50 minutos, um som reto e direto.


2012 – EUA. Puro creme do cerre o punho e chute cus! Banda que joga no time das fronteada por mulheres, o disco de estreia é um pouco mais lento em relação ao 2º, onde nitidamente, percebe-se uma maior entrega ao Heavy clássico.


2012 – Finlândia. Um passeio pelos caminhos dos Antigos Mestres, fundindo influências dos 70 e 80, um som saudosista, simples, totalmente indicado pra quem é chegado na veia mais old skull.


2013 – Internacional. Banda criada por Gaz Jenninings após o encerramento das atividades dos Cathedral, chamou a belga Michelle Nocon (Bathsheba), mais uns caras e pimba na gorduchinha. Apadrinhados pela Rise Above, ficou fácil lançar um debut, um play que causou no sub-mundo lerdo mundial, apesar dos riffs cathedraticos, o disco é bem Heavão clássico acelerado. O batismo da banda é uma homenagem à um disco dos Witchfinder General.


201? – EUA. Imagine um misto de Sabbath + Danzig + Pentagram, é praticamente essa fórmula a usada no som destes caras, com o tempo, mais doses stonerizadas foram aplicadas ao som, ainda não debutaram, mas, o pouco material mostra uma banda com potencial. Detalhe pras capas zica dos playzinho.


201? – Alemanha. Uma forma um tanto mais moderna de mandar esse tipo de som, mais trampado e mais complexo que o costume, soa moderno mesmo sendo completamente voltado aos 80, são receitas que vem se repetindo aos poucos, fruto da busca do equilíbrio entre o clássico e o moderno? Talvez! Ou seja apenas fazer o que der na telha.


 

Que Coffin Joe vos amaldiçoe – G.Z/SUD

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