Heavy/Doom Metal, a arte de chutar cus! – Parte II

2002 – Inglaterra. Um quarteto que nem existe mais, entre materiais menores lançados, debutaram em 2007, o único registro em um full, após isso, a banda se dissipou, os membros estão envolvidos com bandas como Serpent Venom e Age of Taurus (que você pode sacar em outras matérias). O som da banda é um tanto fora do esquadro, vai de Sabbath à Danzig, passa por Pentagram, massaroca total.


2002 – EUA. Galerinha que pega na veia mais revival da coisa, sugam a seiva do que viria a ser o Heavy Metal lá nos anos 70, aqueles solos tímidos, guitarras graves, secas, assim como a cozinha, aquela voz com efeito, mais macia do que de costume, receita bem batida que vem sendo muito usada. São 3 discos lançados até o momento, mais splits e demos.

O tempo lapidou o som deles, o 3º disco apresenta uma outra fórmula, nada de radical, lembra até bandas mais recentes, como os The Graviators.


2005 – EUA. O mais puro creme do Heavy/Doom chuta cus em movimento! Nos 12 anos de estrada dos mano, são 3 discos lançados, um live do Hammer of Doom V (2011), além de outras parada.

Essas capas num misto de fantasia e mitologia (caso ambas não sejam a mesma coisa), o gigante Argos com sua cabeça em forma de estrela sempre presente, enquanto a receita sonora segue a mesma, sendo lapidada, não há escapatória!

Um EP de 2012, um som mais crú, parece até um ensaio.

Em 2015, um single foi lançado e em 2017, o 4º disco será lançado.


2005 – Irlanda. Banda que iniciou sua jornada mandando uns covers, com o tempo, resolveram criar suas própria músicas, resolveram gravar isso, num processo bem lento, até que, um selo resolveu lançar a obra em vinil, os caras toparam, o material foi lançado em 2015 e é a única manifestação desses “homens-macacos dos galpões irlandeses”. O som é despretensioso, o sabbathismo e a escola americana são dosados numa pegada selvagem relembrando os anos 70.


2006 – Internacional. A junção duma galera do rolê Heavy Metal da Grécia, Noruega e Sérvia deu vida ao projeto Exorcism. Um disco em 2015 e um EP no mesmo ano, compõe a discografia da banda.

O 2º disco tá sendo trampado –


2006 – EUA. O sabbathismo era gritante no início desta banda, com o tempo, a fórmula foi sendo refinada e a sonoridade ganhou sua própria identidade. O fundador e multi-instrumentista Chad Davis, tá metido numa porrada de banda paralela entre outros projetos, um servo de nossa suprema majestade Sathanas!

Uma do debut –

Quem assumiu as vozes de todo material da feita foi um cara chamado Phil Swanson, um sujeito que fez/faz parte de várias outras bandas/projetos, inclusive, a que ele mais se destacou, que foi abordada aqui (logo abaixo), se chama Seamount – Alemanha.

Chad Davis vem se dedicando ao seu novo projeto solo – The Ritualist, qual abordarei no momento oportuno.


2007 – Alemanha. A simbiose da escola estadunidense com a europeia, uma banda que produziu 5 discos em sua 1ª década de existência. Discos longos, músicas com um certo experimentalismo, doses de anos 70, por aí vai…

O debut –

O disco mais recente –


2007 – Canadá. Chutar cus é a melhor expressão que se pode usar pra falar desta banda. Jogando no time da galera que prefere o francês ao inglês, algo típico no Canadá, é essa língua que será usada em todas as músicas da banda. A 1ª década de existência foi marcada por um EP mais 2 discos, a receita nunca fora mudada, a não ser a já corriqueira lapidação sonora.

Me meto a dizer que o meu preferido é o debut, cerrei muito o punho, rangi muito os dentes e soquei muito o ar ouvindo essa obra não recomendada à hipsteres e seres mais sensíveis/sofisticadinhos do tipo.

O obscurantismo não fica só entranhado nas letras, a atmosfera é toda banhada nessa artemanha abismal, fato consumado com muito afinco no 2º disco, que provavelmente lhe fará lembrar um Pagan Altar.

Cauchemar quer dizer ‘pesadelo’ em francês.


2008 – Inglaterra. Algo que tá bem na moda, Metal e H.P. Lovecraft, é isso que o duo fundador dos Lamp of Thoth passaram a desenrolar quando criaram os Arkham Witch, juntando pedaços da música de gente zica como Witchfinder General, Pagan Altar com Candlemass, Pentagram e por aí vai, fica bem fácil de traduzir qual é a musicalidade da banda, né não?! A demo de estréia em 2008 abriu espaço para 3 discos, uns EPs e coletas, uma banda bem ativa para o som tão maldito que se meteram a fazer.

O mais recente disco é um completo mergulho nos anos 80, são 20 músicas, muitas não passam dos 2 minutos e nenhuma passa dos 4 minutos, meteram o loko grandão!


2008 – Noruega. A terra do finado Eurônimo retornando por aqui. Lembro a 1ª vez que ouvi essa banda, puta merda, o vocal do maluco não encaixava nem fudendo, com o tempo os mano foram descobrindo uma forma de concertar isso, pro meu gosto, não tá 100%, mas, o som que os caras tão fazendo hoje em dia é de chutar qualquer cu de filho da puta arrombado!

Quando os cara tava engatinhando –

Uma do EP – Iao Sabao!, os lek tavam bem afiadinho já –

O descabaçamento, forjado nas fornalhas dos quinto do fogo eterno –

Agora, bem madurinhos –


2008 – EUA. Sem nada de firula, uma banda que parece um grupinho de tiozões membros de algum clube de motoca pela saco, com um som que te faz cerrar o punho e passar óleo de manowarrior no seu peitoral tetudo. Após uma demo em 2008, foram 3 discos lançados e eles continuam por aí, queimando gasosa e fazendo roque.


 

Que Coffin Joe vos amaldiçoe – G.Z/SUD

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