A continuidade do Doom Metal clássico, um mergulho no sub-mundo – Ato III, anos 2000 – Parte IV

2007 – Espanha. A escola estadunidense em movimento, fronteado por uma mina, uma banda que começou como um duo, hoje, é um quarteto. Em sua 1ª década de existência, lançaram apenas um EP e um split.


2007 – Itália. Doomzão seboso direto na veia dos antigos, contam com 2 discos lançados até aqui.


2007 – Canadá. Mais uma daquelas bandas que conta com membros formados na escola mais acelerada/extrema, caminhando a passos bem lentos, debutaram em 2013, um som classudo até o talo rodeado de obscuridade e solos numa pegada épica.

De início, os caras tavam mais afim de fazer algo na pegada Heavy 80’s, o tempo se encarregou de fazê-los mudar de ideia (graças a Sathanas), além de vocalistas diferentes gravarem os materiais seguintes. Abaixo, o EP de 2009.

Um single com o vocalista mais recente.


2007 – Estônia. Não é nenhuma novidade topar bandas do leste europeu que façam algo fora da curva, mesmo estando dentro de algum padrão sonoro. Além de cantar na língua pátria, essa banda usa uma timbragem mais seca, o baixo é totalmente martelado, a voz da mina é um pouco fraca pro som, porém, até que eles conseguiram equilibrar isso.

O debut é muito diferente do 2º disco em timbre, masterização. É um disco mais azedo, o baixo continua em evidência.

Não sei que diabos eles resolveram dar uma enxutada na fórmula.


2007 – Finlândia. Eu já comentei aqui sobre algumas estranhezas da Finlândia também, os Kypck (se pronuncia Kursk), sinceramente, não deveria nem enquadrar eles aqui, por fugirem muito do veia clássica, mas, foda-se! Os mano cantam em russo, mandam um som torto, cortante, azedo, perturbador, mergulham no moderno, são dotes plausíveis e dignos de configurarem este espaço. Lembro do tempo que eu iniciara minha jornada pelo mundo dos downloads naqueles blogs gringos, essa banda vinha causando muito há época, assim como os Reverend Bizarre. Pode-se dizer que o som era mais carrancudo no início, o tempo foi deixando-os mais molengas, refinando o som, quase um som chorão.

Segundo a História, o nome da banda deriva duma cidade de mesmo nome, onde uma batalha da WWII ceifou mais de 1 milhã de vidas.

Eles produziram algum material áudio visual também.


2007 – Suécia. Continuando o passeio por terras cobertas de gelo, os Anguish chegam pra nos trazer de volta ao mundo do Doomzão chuta cus! A demo de estreia dava pistas do que seria a fórmula da banda, o que se concretiza em seu debut, Doomzão nórdico até o talo, cortante e frio, sem acréscimo de mais nada. O disco seguinte se mostra mais lapidado e até, mais rancoroso, são riffs e mais riffs que te partem ao meio.


2007 – Itália. Quando Steve Sylvester (Death SS) resolveu se meter com a lerdice. Era de se esperar que o som ficasse próximo de Paul Chain, nem tanto, carrega um balde de psicodelia, é azedo, mesmo que traduza algo do passado, soa moderno, um som torto, bem a cara dos “mama mia”. A banda não vingou, fora o debut de 2010, um EP do ano seguinte, um video duma faixa balada pertencente ao EP e nada mais.

Duas faixas do disco de estréia –


2007 – EUA. Uma figura de grande peso esse tal Joe Hasselvander, o sujeito é um multi-instrumentista, cantor, passou pelos Pentagram, gravou vários discos, também pelos Death Row, atua nos Raven… o som aqui é simplesmente a escola estadunidense em movimento. Até o momento, são 4 discos lançados e o maluco segue prometendo mais.


2007 – EUA. Homenageando os Reverendo no nome da banda, este trio debutou em 2012 após algumas demos, uma sonoridade carregada de fuzz, a voz do maluco é mais voltada ao revival/stoner, o que torna um tanto fora do esquadro o som deles, tanto que, após o término da banda (2014), os 3 passam a fazer um Hard/Heavy revival numa outra banda.

A nova vibe deles –


2008 – Austrália. Prato cheio pra quem é chegado em Warning e correlatos. A banda conta com 2 discos lançados.


 

Que Coffin Joe vos amaldiçoe – G.Z/SUD

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