Um mergulho no mundo do Rock ocultista – Ato VI, Escandinávia

Se você chegou até aqui passando pelos 6 atos anteriores, é admirável essa sua coragem, se a SUD fosse uma parada legalzinha, feita para agradar, seria lindo fazer uma promoção qual você ganharia uns brindes por ser um guerreiro ávido por música maldita feita no inferno. O prêmio que ela te oferece é o de mergulhar no submundo, ancorar em vários poços de lava e atormentar a sua alma com música destinada à poucos. Se este prêmio não for o suficiente… foda-se!

93, 93/93


Abrindo os trabalhos deste ato com uma banda bem relacionada com os Reverend Bizarre (aquela que foi destrinchada no ato anterior), os desativados Minotauri. A coisa começa a ser desenrolada em 1995, quando Tommi Pakarinen, Viljami Kinnunen Ari Honkonen se juntam afim de mandar um som nos moldes do Doom Metal tradicional. Viljami e Ari vinham de bandas mais extremas, rápidas, isso seria repassado apenas no timbre de guitarra, algo que remete ao Black Metal nórdico. De 95 até 2000 eles produziram algumas demos, qualidade bem rústica, mostrando que os caras curtem meter o loko, em 2002 lançam um live, parece mais um ensaio assistido, contendo faixas antigas e uma porrada de material inédito, das quais, 3 delas seriam melhor trabalhadas para o EP – Doom Metal Invasion,  também de 2002, a 4ª faixa é uma inédita.

Faixa da demo de 2000 – Devil Woman

Faixa do live de 2002 – Funeralive

EP Doom Metal Invasion completo –

Em 2004 é a vez do 1º split, a banda que fez parte disso, os já fortemente citados Reverend Bizarre, participam com a faixa “Black (Magic) Triangle”. No mesmo ano, um EP com duas faixas seria lançado em um 7″, essas duas faixas mais a do split estão incluídas no 2º disco da banda como bônus.

A debutagem ocorre no fim de 2004, o play conta com duas inéditas e 6 regravações de material antigo, além de trazer o EP de 2002, o single de 2000 e uma faixa do live como bônus, num total de uma hora e 13 minutos de sebosidade arrastada característica daquelas confins do mundo.

com os Reverend Bizarre

Versão matadora nitidamente influenciada pelos pica grossa Pagan Altar

Você já deve ter percebido que os caras possuem uma alta dose de sexualidade no bang, misturam contos de terror e magia negra, frustrações amorosas, um verdadeiro amontoado de situações de quem anda na marginalidade do mundo. Obviamente, essa receita não ficaria de fora do 2º disco, lançando em 2007 e, encerrando as atividades da banda, infelizmente! Nesse disco, eles chegam com novas timbragens, mais áspero e cortante, bateria pulsante, até vocal dá uma mudada, refrões que grudam na mente fazendo você cantar junto.  Na moral, esse disco é um puta arregaço, coisa indicada para dementes que apreciam uma bela chutada de cu. O play é totalmente inédito, traz como bônus, a faixa do split com os Reverendo e o EP de 2004.

“Kill to live burn in hell
I’ve killed for you I’m going to hell”


Dando um pulo ali na Suécia pra falar sobre a próxima banda. The Graviators tá longe de ser tão sebosa quanto os Minotauri. A parada tomou forma pelo interesse comum de 4 camaradas em 2009, eles estavam afim de resgatar aquela pegada dos anos 70 permeada por Sabbath e Pentagram (principalmente), isso que chamamos de revival. Uma demo com 4 faixas é enviada pr’alguns selos, nisso, um deles se interessa, então eles fecham com o selo sueco Transubstans Records e debutam no mesmo ano. O play é um sucesso e se esgota rapidamente.

O clipe abaixo é fruto do contrato com a gigante Napalm Records, que se daria mais além, a faixa é original do debut –

Na íntegra –

Essa brincadeira fez os lek rodar pela sua região até que, em 2011, eles participam dum split com os noruegueses Brutus via Transubstans Records. Essa faixa também está presente como a findadora do último disco, nóis já chega lá…

É apos isso que a Napalm toma as rédias da caminhada dos minino. Sabendo que eles tavam causando no rolê vintage europeu, eles não podiam deixar passar essa. Financiam um single com duas faixas no ano seguinte e um clipe –

Eis que em agosto, o 2º disco ascende ao mundo dos vivos, Evil Deeds e suas 10 faixas 2 pé na cara. Fica um live da pentagramatica faixa título do disco –

Quase 2 anos se passam para nascer o 3º disco da banda, batendo o recorde de duração, beirando os 75 minutos, uma faixa também ganhou um clipe, sabbathismo exacerbado –

Não sei explicar, mas quando ouvi esse disco, sento um certo desgaste, bater sempre na mesma tecla pode ser perigoso, talvez uma imposição da gravadora, já que esse tipo de som continua virando uma grana na Europa, sinceramente, não faço ideia. Só sei que o vocalista – Niklas Sjöberg – caiu fora da banda em 2016, não tenho a informação se continuam ativos.


Falando em Niklas, preciso fazer uma extensão aqui para falar sobre a banda paralela do mano, os NYMF. Essa banda é onde ele e o guitarrista dos Graviator – Martin Fairbanks – iniciaram o seu rolê, em 2007. Nessa banda o bang é mais azedo, mais elétrico e moderno, se liga na clipe pr’uma faixa do debut de 2010 – Man’s End

Mais uma do debut –

Após ouvir essas duas, caso não te dê vontade de sair socando meio mundo, meus parabéns, você não tem problemas mentais!

Play na íntegra –

Em 2013 eles saem num split 7″ (uma pra cada lado) com os Dozer, a faixa participante está presente no 2º disco, lançado em setembro do mesmo ano. From the Dark chega mais grave, mais secão, mais maldito, 13 faixas mais diretas que somadas quase fecham uma hora. Esses cara rolando na lama, comendo lama é de fodê –

Mais um clipe, desta vez, jogaram um pivete numa piscina de groselha diluída –

Na íntegra –

Como você deve ter notado, a parca discografia ficou sob os cuidados da Transubstans Rec., não sei se a banda segue ativa, de qualquer forma, deixaram sua marca.


Retornemos a Finlândia, sua capital, para falar sobre a caminhada do trio Cardinals Folly. O embrião dessa banda ganha forma em 2004 sob o batismo de The Coven, em 2005, eles estreiam com um live contendo 4 faixas e 1 cover dos Reverend Bizarre. No ano seguinte, 2 EPs são lançados, a faixa abaixo pertence ao último EP –

Sei lá por que diabos isso me lembra TON.

The Coven

Em 2007, resolvem mudar o nome da banda para Cardinals Folly, adeptos do lado rústico, áspero, épico e tradicional dessa porra toda, eles mesmos tocam o foda-se para essas tendências mais sofisticadas, eles não acreditam em marca de amplificadores e roupas de brechó. Iniciam sua velha nova empreitada com um EP de 2008, contendo 4 faixas, no ano seguinte, repetem a dose, ambos EPs foram lançados de forma independente. Debutam em 2011 com o Such Power Is Dangerous! e seus 68 minutos, os mano jamais desapegariam dessa receita. O play foi lançado pelo selo estadunidense Shadow Kingdom Rec., que seguiria com a banda até o mais recente full.

Dali 2 anos, era hora de compilar aqueles materiais antigos e raros, assim nasce o Strange Conflicts of the Past, até algumas coisas da antiga banda aparece no material. O live abaixo é duma faixa pertencente ao 2º EP –

No ano seguinte, as cordas ficam mais grave e o trampo de bateria ganha mais espaço. Our Cult Continues!, mais um investimento em músicas longas, num play com quase 60 minutos. A própria banda começão a produzir aqueles videos com recortes de filmes de horror (cult) com alguma música jogada em cima.

2014

Seguem-se mais 2 anos pro 3º disco nascer, desta vez, equilibraram melhor os instrumentos, um leve reverb na bateria dão um certo charme ao som. É o play mais enxuto em questão de duração também. Eles encerram o ano de 2016 com um split contando com mais duas bandas nórdicas, material lançado de forma independente via bandcamp.

No desenrolar dos anos, a banda sofreu algumas alterações na formação, hoje, apenas o baixista, vocalista e compositor Mikko Kääriäinen representa a formação original.

2017

Macabrismo é a palavra mais adequada para a próxima banda, que por sinal, se arrasta pelo mais profundo submundo. Head of the Demon foi fundada na capital sueca em 2012, estrearam no mesmo ano com um disco auto-intitulado, nesse play, tratavam de assunto lovecraftianos imersos em satanismo, um som azedo flertando com black metal e atmosferas sombrias, talvez seja viagem minha, mas percebo um certa influência da escola obscura italiana nesse play.

O play foi lançado em vinil 12″ de forma independente, que coragem a desses caras!

Alguns anos se passam, os lek mergulham no sinistrismo, passam a adorar exclusivamente as órbitas infernais. Assim nasce, em 2016, o 2º disco – Sathanas Trismegistos, um material mais lapidado, nada que atrapalhe o azedume, mais trampado, a afinação (não entendo nada dessas coisas) traduz um som mais limpo, algo ali entre os anos 60/70, o massa é que você escuta todos os instrumentos sem nenhum esforço.

Saibot – o mentor

Um rápido rolê pela caminhada dessa banda norueguesa, aliás, a Noruega é o país menos expressivo, a lei ainda deve ser a velha receita do black metal por lá… haha… Esses carinha começaram a farra em 2006, até a data vigente, foram 5 discos lançados, de início, eles mandavam um Stoner bem americanizado, algumas doses daquele Doom intermediário 70/80, hoje, eles mandam um Stoner/Doom estranhão e massivo, doses de modernidade também podem ser notadas. A banda seguiu como um trio, até ganharem um reforço nas 6 cordas em 2016.

Faça um comparativo entre o debut e o disco mais recente, o bandcamp deles contém toda a discografia.

O baterista e o guitarrista (reforço) possuem um projeto bem rancoroso que conta com um debut –

Abaixo, outra banda que esses 2 meninos se aventuraram, parece estar parada no tempo, lembra um Son of a Witch


Voltemos a falar de macabrismo com os também noruegueses Faustcoven, uma banda com um pé no Black, outro no Doom. Não irei me aprofundar na história da banda, por, eu mesmo nem topar muito com o som, deixarei aqui amostras dos 3 discos que compõe a discografia.

Debut de 2003 –

Full de 2008 –

Full de 2012 –

Pinte o rosto, inverta a cruz e corra pelas florestas –


Primeira banda dinamarquesa a aparecer por aqui, um trio da capital, fundado em 2011, os Doublestone. A estreia se dá por um EP lançado em 2012, ainda meio macarrônico, passeando pelo Stoner Rock atual, mesclado com doses de peso setentista e pequenas doses de “boggie-woogie” –

Em 2013, mais um EP ganha vida, com uma outra cara, uma timbragem diferente, um equilíbrio melhor entre os instrumentos, estava pronta a receita deles.

No mesmo ano eles debutam, continuam investindo na lapidação de sua música, esse play é indicado aos que curtem dançar um roque na pista, só toma cuidado, por que essa banda é coisa do demônio, e você terá que orar muito na missa de domingo!

Em 2015, a banda compila uns singles para anteceder o seu 2º disco que será lançado em maio de 2017 – Devil’s Own, via Ripple Music. O disco tá bem reto, me lembrou os estadunidenses Brimstone Coven, conta com faixas cantadas na língua pátria deles.

Encerrando com esse cover –


Mais um gol da Finlândia… Uma proposta muito bem dosada entre o tradicional e o moderno, é isso o que você vai topar no som dos Church of Void (eu acho, né?!). A brincadeira desses filhotes de vikings cristanizados começou em 2010, em agosto de 2012, seu 1º EP ganha vida, são 4 faixas que mostram a que os lek tavam a fim de causar, exceto o vocalista, que parece cantar com medo, e o cara tem uma voz massa.

A faixa que abre o EP acima, está presente no debut – Dead Rising, acompanhada de mais 7. Nesse play os espaços são preenchidos e o cagalhão do vocalista se impõe, o som desses mano te fará se sentir um adolescente, aliás, será que existe adolescente que lê essas matérias? Se você for um, meus parabéns cara, tá sabendo usar essa net para fortificar o seu conhecimento musical.

O play foi lançado via Svart Rec., que acabou financiando 2 clipes também.

Após o debut, o que temos desses caras são 2 splits e um cover dos Pentagram. Recentemente eles soltaram um clipe duma faixa inédita que fará parte do 2º disco. Foram beber na fonte dos Pentagram e acabaram se embriagando, confere só –


Da Suécia, uma receita que faz um sucesso danado com esses jovens desencaminhados; assuntos macabros e maconha. Em nem 4 anos de rolê, esse trio lançou 2 discos que causaram um certo alvoroço por aí, Stoner/Doom reto, vocal azedo com reverb, fuzz cortante, sucesso imediato. Se liga no debut –

Em 2015, um cover dos Sabbath é gravado pr’um single, logo menos, isso se torna um EP com mais uma inédita, até encerrarem o ano com o lançamento do 2º disco. Os lek simplesmente dobraram a duração da última faixa do Paranoid, além de dobrar o desaceleramento também.

2º disco – 2015 –

Em agosto de 2016, lançam um EP com duas inéditas. Todos os materiais foram lançados pelo selo estadunidense RidingEasy Records.


Falando em Suécia e em RidingEasy Records… Vamos falar sobre os pirados Salem’s Pot, mascaras de carnavais macabros, homens vestidos de mulher, filmes de horror cult 60/70, mulheres da era vintage, maconha, fritações expressas em músicas longas e vertiginosas.

A estreia acontece com uma “live-demo” carinhosamente batizada de Sweeden, gravado num hospital psiquiátrico desativado, são apenas duas faixas em 35 minutos, isso é um Electric Wizard mais desacelerado e seboso –

O material foi lançado de forma independente em CD, limitado em 50 cópias.

No ano seguinte, um K7 limitado em 100 cópias contendo uma faixa inédita e uma versão duma música dos Wicked Lady, mais uma quase irreconhecível! Também lançado em vinil via RidingEasy.

A original –

Em abril de 2013, eles debutam com …Lurar ut dig på prärien (que diabos deve ser isso?), são 3 faixas em 33 minutos.

Encerram o ano com um single 7″ com duas faixas incrivelmente curtas mais um split com os Windhand.

Os mano tão podendo, angariaram fãs que produzem videos como o de baixo –

Em 2015, um single digital e independente –

Em julho do ano seguinte, é a vez do 2º disco cair nesse mundo cão, uma chuva de efeitos com requintes de anos 70, a sebosidade permanece, o timbre da guitarra ficou bem massa, casou com voz mais adocicada do mano que nem sei o nome e tô com preguiça de saber. Ah sim! O boogie tá crescendo nesse meio, essa pegada bluesada percorre todo o play.


Da Dinamarca, uma banda sem muita expressão, devido ao pouco material, creio eu, mas… maluco do céu, a 1ª demo desses mano é transante d+, puta atmosfera envolvente, esse material contém 4 faixas, esquematizaram duas em uma (no digital), pra dar aquele ar de fitinha 46 minutos, se você não entendeu nada, pau no seu cu! Saca o bandcamp, ou, pau no seu cu novamente! A fitinha foi lançada pelo selo especializado em tape – Caligari Records.

Em 2016, uma timbragem mais wizardiana pode ser notada num EP de duas faixas,  além de solos que me lembraram os Paradise Lost, aquela ginga sinistra e macia continua fazendo a mente.


A próxima banda é mais conhecida, tem como mentor, um membro da Dragon Rouge, um cara que passou pelos Nocturnal Rites, Therion, etc… escreveu um livro sobre magia, Tommy Eriksson, fundador dos Saturnalia Temple. Essa banda não é de fácil assimilação, Eriksson extrapola suas ideias de ambientações sinistras, ele se abre como iniciado aos neófitos, aquele reverb na voz que por vezes enche o saco.

Abaixo, a demo de estréia –

Os anos de 2009/2010 ficam com um 7″ com duas faixas e um 4 way split, respectivamente. Esse EP transpira uma pegada wizardera hein –

Faixa do split –

No ano seguinte, debutam com Aion of Drakon, a sonoridade passa a ser melhor lapidade, sem deixar aquela grossura totalmente de lado –

Em 2013, um EP com uma inédita que ganhou um video e um cover duma banda total lado-b chamada Exuma, de Bahamas.

No início de 2015, o 2º disco ascende ao mundo dos vivos, ganha 2 videos, um para a minimalista faixa título –

E a fritadona 6ª faixa do play –


É hora de encerrar o rolê pelo gelo e maiores índices de desenvolvimento humano do mundo, trago mais uma banda da Dinamarca que já foi abordada em algum SUD news, o quinteto Demon Head. Os lek tão beirando meia década de existência com a banda, uma sonoridade bem clichê, mas que consegue te pregar facilmente, menos é mais, essa máxima não funciona só na gastronomia. Eles tiveram a pachorra de iniciar o rolê com uma demo ensaio, quem em sã consciência grava um material ao vivo, na raça, e solta por aí??? Um crime! Isso foi em 2013, de forma independente, aí a Caligari Rec. curte a parada e resolve relançar (em K7, é claro) no ano seguinte.

Ainda em 2014, uma inédita sai dum lado dum 7″, do outro, uma regravação da faixa “Demon Head” –

É chegada a hora dos mininus debutarem, esse play causou um certo alvoroço, pessoas nas ruas gritavam; “Nossa! Temos um novo Uncle Acid mesmo os Uncle Acid ainda serem ativos”, apareceu até no Datena, pupilas dilatadas e marcas de garras, talvez, de demônios, THE MONIO! Na real, os caras também se parecem com Withcraft antigo nesse play, eu já disse que a banda é clichezona?

Encerrando 2015 com um split  –

No inverno de 2016, a banda entra em estado cataclísmico de composição, estacionam suas carcaças num celeiro n’algum fim de mundo dinamarquês e começam a modelar o seu 2º disco. Thunder on the Fields nasce em abril de 2017, traz 9 faixas mais diretas, mais polidas, eles tem a manha em fazer um som clichê que não soa bostão.

A banda investe em produção audiovisual também, como você pode sacar nos 3 videos abaixo –


Banda pra caralho né? Tive que ser o mais breve possível pra que isso aqui não virasse um livro chato de se ler, tem muita banda nórdica nos atos anteriores também, eu devia ter tido essa ideia lá atrás, agora já era. Bom, findamos a Escandinávia, o próximo ato tratará do Reino Unido, ou Grã Bretanha, ou a puta que pariu. Até lá.

Que Coffin Joe vos amaldiçoe – Zombetero/SUD

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