Um mergulho no mundo do Rock ocultista – Ato V, Escandinávia – Reverend Bizarre/Lord Vicar/Spiritus Mortis e projetos

Após terminar de destrinchar o mundo da música sinistra italiana, é hora de encerrar o assunto dos nórdicos também. Se você acompanha as matérias da SUD, já esbarrou em várias bandas daquela região, talvez você esteja se perguntando dos Candlemass, e eu te digo que Candlemass é outra história, poderia muito bem render uma matéria só pra eles, ao lado dos Solitude Aeturnus, é bem provável que isso aconteça num futuro próximo!  Ainda estamos na metade do caminho, nem sequer saímos do continente europeu e, creio que vai levar um tempo, põe o casaco e cai pra dentro da onda.

93, 93/93

Este ato tratará, principalmente, de 3 bandas finlandesas: Reverend Bizarre, Lord Vicar e Spiritus Mortis, além dos projetos de membros dos Reverend Bizarre.



A brincadeira desse ato começa com uma das bandas mais expressivas da 3ª geração do Doom Metal (1ª – 70/80 – o tradicional, 2ª final de 80 e década de 90 – o Doom/Death chorão, 3ª meados de 90/atualidade – o revival). Iniciada em 1995 por Albert Witchfinder – v/b, Peter Vicar (Kimi Karki) – g e Juippi, em 1996 eles lançam uma demo com 4 faixas instrumentais que muito provavelmente deve ter ficado uma merda, saca a capa dessa porra –

Juippi cai fora, em seu lugar entra Earl of Void, esse trio perduraria até o fim da banda, esse trio é o Reverend Bizarre! Em 1999 os mano já tão mais pa no bang, um CD-r munido de 4 faixas – Slice of Doom, pode ser considerado a 1ª demo deles. Me atrevo a dizer que já de cara os caras criaram um hino do Doom Fucking Metal – “Fucking Wizard”, aliás, eles criariam ainda mais hinos.

“C’mon baby!”

In the Rectory of the Bizarre Reverend – o nome duma faixa da demo se torna o batismo do debut, lançado em 2002, ganha uma versão estendida pra faixa título, “Burning Hell”, “Doomsower” pra te fazer bater cabeça, “The Hour of Death” pra te fazer chorar e os 21 minutos da “Cirith Ungol” pra te travar o nintendo.

2003/2004 seria marcado por splits uma demo e um EP, faixas longas, o EP com mais de uma hora de som – Harbinger of Metal (2003), trazia uma regravação da faixa “Strange Horizons”, além dum cover para “Dunkelheit” do Burzum.

Encerrando 2004 com uma coleta contendo uma outra versão da demo Slice of Doom, trechos de ensaio, 2 faixas live, um cover fodelantíssimo para “Dark World” dos Saint Fucking Vitus e a inédita “Doom over the World” encerrando, essa última faixa foi gravada especialmente para a Doom… or be Doomed compilation, lançada em 2001 por um selo chamado Stoned Bunnies.

Mais um hino criado –

Se liga na capa da coleta, te lembra alguma coisa?

2005 começa com um single de 20 minutos, “Slave of Satan”, o comecinho lembra um Amen Corner, ou até um Sarcófago, aquelas piras usadas nas bandas do gênero na época. Nesse momento, vale levantar a questão do envolvimento aprofundado de Albert com assuntos sinistros, isso acabaria lhe causando muito dano no futuro, ao mesmo tempo, eles abordavam temas bíblicos pela visão dum cristão senso comum, o que poderia fazer com que leigos os rotulassem de cristãos (KKKKKKKKK), existe a cabeça-duragem necessária num metal muito sofisticadinho, mas, é bom não confundir isso com burrice.

2005 também é o ano do lançamento do 2º disco – II: Crush the Insects, uma versão mais enxuta para “Slave of Satan”, “Doom over the World” (abrindo o play) e “Fucking Wizard” estão presentes, a faixa “The Devil Rides Out” é baseada num filme homônimo da década de 60, já famosinho no meio hipster cult de chapéu de bruxa e capuz de arco-íris, manja aquela capa do Witchcult Today dos Wizard? Então… Continuando a meteção de loko, os 3 manos usaram termos como ‘Sir’, ‘Father’, ‘Monsieur’ pra entrar no clima histórico da Idade Média. O play totaliza 8 faixas, entre elas, “Cromwell” – baseada na vida do líder puritano Oliver Cromwell, a faixa mais dançantinha do play.

Ouça na íntegra – https://www.youtube.com/watch?v=gNdz3Gk_xDk

Em 2006, um EP de duas faixas ganha vida, coverizam uma faixa dos Pentagram pr’um split.

(não é um cover dos Saint Vitus)

Albert é definitivamente um dos vocalistas que mais admiro, camaleão do caraio esse mano –

Um single lançado em maio de 2007 para iniciar o ano em que o 3º disco ascenderia ao mundo dos vivos – III: So Long Suckers, como o título já prediz, um play extremamente longo, 2 discos em 2 horas e 7 minutos, contendo 7 faixas (somando os 2), a obra mais complexa e mais difícil de ser assimilada. Talvez, todas as energias foram sugadas nesse material, ele marca o começo do fim.

Destaco aqui a faixa que mais curto no disco, o material está disponível na íntegra no youtube, atreva-se!

2008 é o ano da sequência de splits, no meio disso, sai um EP com duas faixas, lado A, aquele cover dos Saint Vitus, lado B, um dos Judas Priest.

Outro cover, desta vez, dos Beherit, pr’um split com os Electric Wizard

A mágica acontecendo em transformar uma faixa de 4 minutos numa de 8.

Encerrando 2008 com outra faixa que se tornaria um hino, “The Goddess of Doom” mostra uma letra praticamente adolescente, um misto de empolgação por ter uma banda, fazer parte dum círculo e adorar um ídolo (no caso, uma alegoria para o Doom Metal), nada mais nada menos que a docinho de coco Christina Ricci (mais conhecida pela alcunha de Vandinha, das últimas intervenções cinematográficas da Família Adams), essa faixa cita uma porrada de banda que foram/são importantes pros caras, acabei conhecendo muita coisa através dela, alguns manos também passaram pela mesma situação, os cara tem os dom da meteção de loko. O cover do Burzum é uma outra faixa presente no play.

O ano de 2009 fica marcado por duas coletas, Death Is Glory… Now em 2 CDs, um deles contendo faixas de splits, materiais aleatórios, o outro, composto por vários covers que também figuram nesses splits, materiais aleatórios… Magick with Tears, nada mais que uma demo contendo as faixas “Burn in Hell!”, “The Hour of Death”, “Sodoma Sunrise” e “Cirith Ungol”, são versões diferentes dessas músicas, nada muito fora da linha.

Iniciando o fim duma banda que seguiu seus passos caóticos permeando o rústico e sincero, avessos as ondas sofisticadas de gente cheirosa, seu ar condicionado de escritório, seu café cintilante starbuckiano e demais presepadas desses tipos que no que tocam, transformam em merda e as encarecem, retiram o brilho do ouro com suas tendências descoladinha. Asco Eterno! (bom nome pr’uma banda hein)

Return to the Rectory marca o fim da banda, lançado pela Svart Rec., munido de 7 faixas, sendo 5 inéditas, a “Goddess of Doom” e um cover dos Barathrum. Essas 5 faixas são um tanto experimentais em relação a discografia antiga. Definitivamente, era melhor parar por aí.

Reverend Bizarre surgiu pra lançar 5 plays e sumir no mapa, tinham até os títulos deles, como você pode ter percebido, deu quase tudo errado, lançaram 3 dos 5 e se aventuraram por materiais aleatórios. Já ouvi dizer que a banda se desintegrou por tretas pessoais (daquelas de sair na mão mesmo) entre Kimi e Albert (ou Sami Hynninen, seu verdadeiro nome), eu não sei qual foi da treta, só sei que esses 3 caras ainda permaneceram juntos em outras bandas, Kimi e Sami continuam por aí com os Lord Vicar, que será a próxima banda abordada. No Ato III eu abordei os Orne, uma banda em que os 3 participaram. Earl of Void (Jari Pohjonen) parece ser o menos ativo dos 3, não sei se ele ainda continua no corre. O selo finlandês Spikefarm Records lançou a maioria dos materiais da banda.

Deixarei aqui uma longa entrevista com o Sami cedida à revista virtual October Doom Mag. – https://issuu.com/octoberdoomzine/docs/october_doom_magazine_num._58


2007 pode ser considerado o ano em que os Reverend Bizarre entraram em declínio, também é o ano em que Kimi funda sua outra banda que viria a ter um certo respeito no rolê Doom Metal mundial, os Lord Vicar. A brincadeira começa em março do ano seguinte com o lançamento do 1º EP – The Demon of Freedom, uma instrumental + duas faixas, a gravação da voz nesse play é horrível, o fulano recrutado para o posto era ninguém mais ninguém menos que Chritus, o sueco, sua escola foi toda formada na banda Count Raven, outra lenda do submundo da lerdice, vocalizou todo o Children of Doom dos Vitus, passou pela banda de heavy metal – Terra Firma. A voz desse maluco é uma verdadeira metamorfose, hoje, além dos Vicar, ele também fronteia seu projeto Goatess, puta banda do caraio!  Em novembro do mesmo ano eles debutam com Fear no Pain, 7 faixas em mais de uma hora de arrastação impetuosa, Lord Vicar tende ao clássico, mais cortante que o rústico som dos Reverendo.

Em 2011 róla os habituais splits de uma faixa só, um cover dos The Cardigans num split com os suecos Griftegård, material lançado em janeiro via Ván Rec., e uma inédita pro split com os canadenses Funeral Circle, lançado em maio. Pra encerrar 2011, nasce o 2º disco em outubro, via The Church Within Records, são 7 faixas totalmente adeptas daquela arrastação do debut, um play não recomendado para ser ouvido sob efeito daquela ressaca bem maldita. Riffs reverendinos estão presentes de cabo a rabo, sem comprometer a vicarnagem do play. Nesse momento, os Vicar passavam a ter um nome de respeito no rolê.

2012 inicia em abril com mais um split (uma pra cada lado) com a extinta estadunidense Revelation, uma faixa inédita que só encontrei no formato live –

A banda mergulharia num silêncio de 4 anos, Kimi e Chritus, nesse ínterim, se dedicariam aos seus outros projetos. Eis então que, no início de 2016 me deparo com a notícia de que o 3º disco estaria a caminho. Gates of Flesh nasce em junho daquele ano, uma vez mais munido de 7 faixas e o mais enxuto até o momento, direto, sem aquelas pirações reverendinas, o mais lapidado também. Via The Church Within Records.

O baixo foi gravado por Kimi, porém, nas apresentações ao vivo, Sami (o Albert dos Reverendo) assumiu a feita, segundo ele mesmo, estava precisando respirar esses novos ares e sair de sua concha.


Falando em Sami, a próxima banda a ser abordada tem a ver com o mano. Spiritus Mortis é fruto da mente dos irmãos Maijala, a ideia foi iniciada sob a alcunha de Rigor Mortis em 1987, passando ao batismo atual no ano seguinte. Dizem por aí que os Spiritus Mortis são a 1ª banda de Doom Metal da Finlândia, se é ou não é, é o de menos, só sei que, os caras simplesmente dão uma aula! De 1988 a 2002 foram 8 demos produzidas, muitas são materiais tão raros, que se pa, só os mano da banda tem. De fato, a coisa só foi tomar um rumo mais conclusivo com a demo de 2001 – Forward to the Battle, material independente que continha 6 faixas. Em 2002, mais uma demo – Hot Summer of Love e suas 8 faixas mais um cover dos Trouble. Dois anos mais tarde, enfim, debutam com um play auto-intitulado. Um material contendo 14 faixas fruto das demos que haviam lançado, o vocalista há época – Vesa Lampi, possuía uma voz genuinamente heavy metal anos 80, não faço a minima ideia se essas faixas antigas flertavam com o heavy metal clássico, nítidas influências de Candlemass e Solitude Aeturnus, um Doomzão tipicamente nórdico.

Ouça o disco na íntegra – https://www.youtube.com/watch?v=bqzkFCJlHJA

Os caras pegam embalo, com tanto material acumulado, em 2006 nasce o Fallen, uma vez mais trazendo novas roupagens para faixas antigas. Neste play, os caras dão uma bela passeada pela ginga dos anos 70 sem deixar aquela pegada geladinha e sombria.

Ouça o disco na íntegra – https://www.youtube.com/watch?v=t7hnUb9-aDE

Os anos de 2007/2008 dão conta de 3 splits, começando pelo From the Ultima Thule, com os estadunidenses The Gate of Slumber, o material contém uma porrada de faixa de várias épocas da banda, todas presentes nos 2 discos anteriores. No final de 2007 é a vez dum split quase coleta, com mais 5 bandas, todas elas participando com faixas de menos de 3 minutos, praticamente uma afronta aos adeptos da lerdice! No ano seguinte, mais uma peneira de faixas para participarem dum split com seus conterrâneos Witchtiger.

Nessas alturas do campeonato, Vesa lampi cai fora da banda em 2007, então eles chamam um parça de longa data pra abraçar o posto,  Sami Hynninen, com material novo pronto, o teste se dá por uma faixa inédita e um cover dos The Doors, o single abaixo –

Se você foi ouvindo minuciosamente os materiais da banda até aqui, deve ter dado um pulo da cadeira e se apaixonado de vez pela banda. Toda aquela pegada mais sabbathica, mais anos 80, mais clássica foi pra casa do caralho, a partir daqui, o PESO falará mais alto, o macabrismo, uma tonelada de gelo cortante rasgando o seu cérebro sem dó nem piedade!

Eis a nova era musical pros Spiritus Fucking Mortis, após o teste absurdamente bem sucedido. Em maio de 2009, eles lançariam a obra, que pra mim, de longe, é sem sombra de dúvida alguma, um dos discos mais destruidores e importantes da história desse maldito estilo musical. PUTA QUE FUCKING PARIU, NA MORAL AMIGUINHO, VAI TOMÁ NO CU!!! Isso é uma fodelantíssima aula de Doom Metal, considero um crime quem se mete a fazer esse tipo de som e não manja esse play. São 8 faixas que vão te fazer agitar feito um adolescente e te pregar numa aura sinistramente entorpecedora, riffs e mais riffs desacelerados, sua mente sendo maravilhosamente martelada aos impropérios de Sami.

MANO, NA MORAL, VAI TOMÁ NESSE SEU CU LEPROSO DE NOVO!!!

Ouça esse puta arregaço aqui – https://youtu.be/7h8hkLl7BXs

Aproveitando o embalo, juntado o que sobrou desse total arregaço, em outubro, mais um split ganha vida, desta vez, com os conterrâneos Fall of the Idols, contendo a inédita “The Ceremony of the Stifling Air”, uma nova versão para a “Rise from Hell” totalmente desacelerada tendo sua duração original duplicada, fora a atuação matadora de Sami, encerrando com um cover dos Uriah Heep.

1ª versão –

Em 2011, aquele split típico com os estadunidenses Pale Divine, um cover dos Deep Purple. É chegada a hora deles mergulharem no silêncio novamente, mas isso teria um porém. Esse porém se chama The Year is One, lançado em novembro de 2016 via Svart Records. Esse disco acaba mostrando uma pegada mais melodiosa, um trampo mais cuidado nas duas guitarras, não tem como você não perceber que se trata duma banda lerda nórdica, essa pegada é inconfundível, puta maestria. Tive a honra de resenhar esse disco e receber um agradecimento dos caras, ganhei aquele dia na moralzinha.

Spiritus Mortis sempre tratou do lado negativo da espécie humana, mesmo nos seus aspectos magickos, se mantiveram perseverantes enquanto perambulavam pelas catacumbas desse submundo musical cruel e predatório, alcançaram o seu lugar nesse meio, mesmo que de forma bem rasteira. Não consigo expressar em palavras o quanto admiro e respeito a luta desses caras, arrebatados pelo amor à música e a essa verdadeira comédia humana. Total Fucking Hail Spiritus Mortis!!!


Puta jornada fizemos, é hora de encerrar, o mergulho agora se dará pelas ivestidas n’outras órbitas de Kimi e Sami.

Além duma porrada de projeto que Sami criou/fez parte, em várias eiras da música… projetos que nem saíram do papel, listarei aqui umas investidas que tiveram um êxito, mesmo que um tanto pífio.

Opium Warlords – 2004 até o momento

Creio que a empreitada com mais ‘sucesso’, em 12 anos foram 3 discos lançados. Sami gravou todos os instrumentos, porém, contou com a participação de alguns músicos. A sonoridade se assemelha com o que era feito nos Reverendo, com o advento de novas experiências sonoras que muito provavelmente ele vinha nutrindo, coisas que não se encaixavam na pegada tradicional daquela banda em que fez mais história.

Azrael Rising – ?/ativa

Sob o pseudo de Ancient Fisherman, aqui ele ataca de black metaller, rústico, calcado na tosqueira norueguesa que fez fama no fim dos anos 80 e início dos 90, praticamente um Darkthrone com um vocal mais potente.

Uma demo, 1 EP, o debut e uma comp. compõe a discografia da banda. O debut é bem pica, dão uma lapidada no bang.

The Puritan – 2005/inativa

Assumindo o baixo e voz, mais calcado no Doom Metal com doses de Drone, foram 2 EPs e uma coleta. A faixa abaixo é praticamente aquele riff da “Deathcrush” (Mayhem) desacelerado.

“Entre no clima, não se reprima” –

The Candles Burning Blue – 1997/inativa

Essa banda começou fazendo um Death/Doom bem pirado…

Passou por experimentalismos…

Até cair de cabeça no post-punk/goth…

KLV – 1992/inativa

Falando em experimentalismos… Os primeiros passos (das ideias), apesar do ano de start ser de 92, só em 99 sai o 1º material. KLV conta com Jari P. (Reverend e Orne), a parada aqui não tem meio termo, vai de tudo um pouco nesse caldeirão, confira e conclua por si próprio.

Armanenschaft – ???

Encerrando com mais uma empreitada pelo black metal, ruídos, sujeira, a puta que pariu toda da insanidade do estilo compactadas nesse play.


Kimi foi prum lado mais de boa da coisa…

E-Musikgruppe Lux Ohr – 2008/ativa

Ambient, electronic, experimental, space… adjetivos que se enquadram nessa parada que você pode conferir abaixo –

Uhrijuhla – entrou em 2013

Se aventurando pelo rock progressivo moderno, macio pa caraio isso –

Uhrijuhla quer dizer homem de palha em suomi, provável alusão ao filme britânico.

Enfim, seu projeto solo, calcado no neo-folk, talvez, a parada mais trabalhada e transcendental em que ele se meteu a fazer, várias figuras participaram dessa empreitada

Lembrando novamente que no meio disso, rolou os 2 discos dos Orne, que já comentei, duas obras absurdas, diga-se de passagem!


Findamos essa jornada por aqui, ainda galgaremos muitos degraus neste abismo estupendo e magicko, o próximo ato dará continuidade no rolê made in Escandinávia, façam um bom desfrute e até a próxima.

Que Coffin Joe vos amaldiçoe! – Zombetero/SUD


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