REVIEW: MANGOG – “Mangog Awakens” (2017)

mangog-mangog-awakens-cover

(review por Matheus Jacques)

(thanks to Barbara Francone from Neecee Agency and Mr.Gero Argonauta!!)


MANGOG – “Mangog Awakens

Tracklisting:

1. Time Is A Prison
2. Meld
3. Ab Intra
4. Of Your Deceit
5. Into Infamy
6. Modern Day Concubine
7. A Tongue Full Of Lies
8. Daydreams Within Nightmares
9. Eyes Wide Shut


Há algum tempo o selo italiano Argonauta Records vem solidificando uma marca notável,reunindo ótimas bandas e lançamentos em seu cast.Construindo um caminho sólido e marcante, os caras reforçam trabalho após trabalho sua essencia.E quando constatamos que esse ótimo album de estréia da banda americana Mangog TAMBEM saiu pelo selo, avaliamos que 2017 chegou e o trabalho segue intacto, sem erros.

Mangog Awakens” ,full de estréia de uma banda que conta com membros de bandas como Iron Man, Revelation e Beelzefuzz, é um trabalho repleto de pontos positivos. Talvez mais indicado a quem tenha a preferencia por uma linha mais energica, ainda assim o trabalho consegue agradar sem ressalvas a quem seja um bom apreciador de uma linha mais cadenciada e densa.”Time is a prison“, faixa de abertura, ja demonstra isso com louvor. Temos uma música em algo como um “doom-blues tempo”, onde se evidencia uma semelhança da voz de Michael Wells com o iconico “mestre do Doom” Scott Wino Weinrich. Mas nao se deixe enganar: é uma semelhança apenas, Michael possui o suficiente em seu excelente e apaixonado vocal para se diferenciar e destacar. As intervenções de Bert Hall tambem sao muito bem situadas e pertinentes.Temos a construção de uma excelente abertura de album,que pode não ser exatamete um festival de variaçoes de andamento mas cria uma atmosfera singular e bastante cativante,demonstrando as intenções da banda com clareza e entregando riffs poderosos e bem moldados.

Mike Rix entrega um trabalho notável e criativo na bateria em “Meld“, segunda faixa do trabalho. Provavelmente é um dos maiores destaques já desde o principio dessa faixa, que estabelece um andamento um pouco mais vigoroso e movimentado que a anterior. O groove caracteristico da banda e a qualidade do vocal de Mike seguem la, entretanto, andando lado a lado com o compasso muito bem construido de bateria. Temos ainda sete faixas daqui em diante, e tentar ressaltar uma ou outra acima das demais seria quase injustiça, pois todas as musicas de “Mangog Awakens” estao muito bem conectadas, sao intrinsecamente poderosas e cheias de energia e esmero. Mas vamos la:

Bert Hall introduz “Ab Intra” com uma densa e solene colocação vocal, e logo temos a gênese de um bom trabalho de guitarra prenunciando Mike Wells tomando conta dos vocais em um estilo voltado ao doom metal mais clássico. Bert constroi uma base sólida e concisa de guitarra permitindo que a banda como um todo possa engrandecer a faixa, com direito a uma conexão baixo-bateria levando a faixa de seu nivel mais cadenciado para uma
intervenção mais orientada ao Heavy Metal.

Com “Of Your Deceit” temos Bert conduzindo a parte vocal em um estilo sombrio, depressivo, melancólico. A faixa apresenta uma notável variação de vibe em relação a anterior “Ab Intra“, pegando o lado mais arrastado e nefasto do doom metal para lhe servir como roupa. Decididamente, essa é uma das faixas mais bacanas e fortes do trabalho, Bert desenvolve um trabalho excelente no vocal dessa.

Destacando mais duas das minhas faixas favoritas no trabalho: “A Tongue Full of Lies“, uma faixa com um certo apelo lisérgico, delirante, apresentando excelentes passagens vocais e um trabalho instrumental do mais alto nivel; e “Daydreams Within Nightmares“, que é definitivamente a minha favorita e peça chave desde sua presença no EP de estréia dos caras, “Daydreams Within Nightmares” (2015). O compasso acelerado e vibrante com Mike Wells tomando as rédeas da situação estabelece um grande ponto alto do trabalho e que recompensa logo de cara todos que decidiram colocar a sua atenção nesse album.

Em suma: como dito, há muito o que ver de positivo no album de estréia da banda Mangog, de Maryland. Bert Hall e Mike Wells, principalmente, uma das melhores duplas ja vistas em se tratando de dividir os vocais, eu diria. Afiados como Layne Staley e Jerry Cantrell. Alem disso, a ponte feita entre variações de estilo de doom metal e tambem a sólida presença de ótimos riffs e de uma cozinha matadora ajudam a compor um album verdadeiramente feito para os apaixonados por doom metal em suas variantes. Acho que é assim que eu definiria: em seu gênero, “Mangog Awakens” é um album apaixonado feito por apaixonados para apaixonados!


MANGOG – “Mangog Awakens” (2017)

Data de Lançamento: 9/1/2017
Argonauta Records
CD / Digital
Faixas 1 e 5 gravadas e mixadas em Cloud 9 Recording Studio
Faixa 2 gravada em Cloud 9 Recording Studio e mixada em Rolling Hills Recording Studio
Faixas 6,7 e 9 gravadas e mixadas em Rolling Hills Recording Studio


MANGOG é:

Myke Wells – vocal
Bert Hall – vocal/guitarra
Darby Cox – baixo
Mike Rix – bateria


Mangog
Mangog (OFFICIAL)
Argonauta Records
Argonauta Records (OFFICIAL)
BUY “Mangog Awakens”


(TRANSLATION TO ENGLISH)

For some time the Italian label Argonauta Records has been solidifing as a remarkable stuff reuniting great bands and releases in their cast.Constructing a solid and striking path the guys reinforce work after work their essence. And when we see that this great debut album from the band Mangog ALSO comes through the label we evaluated that 2017 arrived and the work remains intact, without errors.

“Mangog Awakens”, the debut full length of the band that features members from acts like Iron Man, Revelation and Beelzefuzz, is a work full of great points. Perhaps more indicated to those who have a preference for a more energetic doom metal line, even yet the work is able to please those who are good connoisseur of a more slow-paced and dense style. “Time is a prison” opening track already demonstrates this with praise. We have a song in something like a “doom-blues time” where a similarity of Michael Wells’s voice with the iconic “master of Doom” Scott Wino Weinrich is evidenced. But do not be fooled: it’s a resemblance only and Michael has enough in their excellent and passionate vocals to differentiate and stand out. Bert Hall’s interventions are also very well-placed and pertinent. We have the construction of an excellent album opening which may not be exactly a festival of tempo variations but creates a singular and quite captivating atmosphere, demonstrating the band’s intentions with clarity and delivering powerful and well-formed riffs.

Mike Rix delivers a remarkable and creative work on the drums of “Meld”, second track of the work. He’s probably one of the biggest highlights since the beginning of this track, which establishes a slightly more vigorous and busy movement than the previous one. The band’s characteristic groove and the quality of Mike’s vocals follow it however, walking side by side with the very well-constructed drum rhythm. We still have seven tracks from here, and trying to highlight one or another above the others would be almost unfair, since all the songs from “Mangog Awakens” are very well connected, they are intrinsically powerful and full of energy and power. But here we go:

Bert Hall introduces “Ab Intra” with a dense and solemn vocal placement and soon we have the genesis of a good guitar work foretelling Mike Wells taking care of the vocals in a style focused on the most classic doom metal. Bert builds a solid and concise guitar basis allowing the band as a whole to enhance the track with a bass-drums connection taking the range from its most cadenced to a more heavy metal-oriented intervention.

With “Of Your Deceit” we have Bert leading the vocal part in a somber, depressing and melancholic style. The track features a remarkable variation of vibe over the previous “Ab Intra” taking the most drawn and nefarious side of doom metal to serve as clothing. Decidedly this is one of the coolest and strongest tracks in the work, Bert does an excellent job on the vocals.

Highlighting two other of my favorite tracks at work: “A Tongue Full of Lies”, a track with a certain lysergic and delirious appeal featuring excellent vocals and instrumental work of the highest level; and “Daydreams Within Nightmares” which is definitely my favorite and key piece since their appearance on the guys’ debut EP “Daydreams Within Nightmares” (2015). The fast-paced and vibrant beat with Mike Wells taking over the situation sets a high point of work and rewards everyone who has decided to focus their attention on that album.

In short: as said there is much to see as positive points on the debut album of Mangog from Maryland. Bert Hall and Mike Wells especially, one of the best doubles I’ve ever seen when we talk about dividing vocals, I’d say. Sharp like Layne Staley and Jerry Cantrell. In addition, the bridge made between variations of doom metal style and also the solid presence of great riffs and a killer rhythm section help to compose an album truly made for doom metal lovers in a few of their variants. I think that’s how I would define it: in its genre “Mangog Awakens” is a passionate album made by passionate guys to Doom lovers!

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